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Violência em escola de Fernandópolis volta a assustar: brigas entre alunos e agressão envolvendo mãe geram revolta
Sequência de vídeos mostra cenas de agressões dentro e fora da Escola Estadual Joaquim Antônio Pereira; caso mais recente envolve ataque à diretora e estudante
Por Samuel Leite
29 de Abril de 2026 às 08:57
Uma sequência de vídeos com agressões entre estudantes voltou a acender o alerta em Fernandópolis. As imagens, que circulam nas redes sociais, mostram cenas de violência dentro e fora da Escola Estadual Joaquim Antônio Pereira, conhecida como JAP.
Nos registros, adolescentes aparecem trocando socos e chutes em sala de aula e também na área externa da unidade. Um dos vídeos mais impactantes e revoltantes mostra uma aluna sendo covardemente agredida com socos na na cabeça e um chute no rosto, enquanto outros estudantes assistem, filmam e, em alguns casos, incentivam a violência. Em uma das gravações, um adulto aparece acompanhando a situação sem intervir.
A situação tem gerado medo entre pais e responsáveis. Uma mãe relatou que o ambiente escolar estaria marcado por brigas frequentes, falta de professores em sala e insegurança. Segundo ela, em um único dia teriam ocorrido ao menos quatro episódios de confusão dentro da escola. A filha, que estuda na unidade, estaria com receio de continuar frequentando as aulas.
O histórico recente da escola também preocupa. Em junho de 2025, uma confusão generalizada terminou com uma professora agredida ao tentar separar uma briga. Já em agosto de 2024, um homem teria sacado uma arma e perseguido um aluno após o filho ser agredido, aumentando ainda mais a tensão no ambiente escolar.
Na manhã desta quarta-feira (29), a situação ganhou um novo desdobramento. De acordo com informações apuradas pela reportagem no local, a mãe de uma das alunas envolvidas nos vídeos teria ido até a escola, passado pela portaria e agredido a diretora da unidade, além de atacar a estudante apontada como agressora de sua filha.
Ainda segundo apurado, a mulher, bastante exaltada, teria pedido que a ação fosse filmada e, na sequência, se dirigiu a uma unidade policial para registrar boletim de ocorrência. O caso está em andamento e deve ser investigado pelas autoridades.
A sequência de episódios levanta questionamentos sobre segurança, controle dentro das escolas e o impacto das redes sociais na disseminação da violência. Até o momento, não há informações oficiais detalhadas sobre medidas adotadas pela direção da escola ou pelos órgãos responsáveis.
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